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CIRURGIA PLÁSTICA APÓS OBESIDADE

Cirurgia Plástica após obesidade mórbida

Há dois factores que influenciram o aparecimento desta nova subespecialidade dentro da Cirurgia Plástica, que são o aumento de peso significativo da população com o aparecimento dos obesos mórbidos (isto é, quando têm um índice de massa corporal acima dos 40 Kg/m2) e o desenvolvimento de técnicas cirúrgicas para tratamento destes doentes.

O tratamento cirúrgico da obesidade mórbida fez com que aparecessem pessoas com perdas ponderais frequentemente superiores a 70 kg, o que, como se pode imaginar, acarreta grandes alterações corporais nestes doentes.

O período de perda ponderal é progressivo e tem uma duração de cerca de um ano e meio a dois anos. Ao fim deste tempo, a pessoa que era extremente obesa, terá atingido um peso adequado à sua estatura e espera-se que também tenha adquirido estilos de vida mais saudáveis, quer em termos de reeducação alimentar quer em relação à prática de exercício físico.

No entanto, quando as perdas de peso são muito acentuadas, há alterações significativas da harmonia corporal que se traduzem por depósitos excessivos de tecido adiposo em algumas áreas, excesso de peles, atrofia  de tecidos e grande flacidez cutânea.

Estas alterações existem em todo o indíviduo, sendo afectado da cabeça aos pés: a face e a região do pescoço apresentam um grande excesso de peles, conferindo um aspecto precocemente envelhecido; o peito muitas vezes, quer em homens, quer em mulheres, tem um aspecto de saco esvaziado; os braços apresentam-se como “asas de morcego”; a região abdominal muitas vezes tem o aspecto de avental; a região púbica muitas vezes está hipertrofiada ou descaída e a região das coxas apresenta-se com excesso de pele.

A reabilitação da imagem corporal destes doentes é feita de forma estadiada, a partir do momento em que têm um peso estável. Podem ser abordadas mais do que uma zona numa mesma intervenção, aplicando-se princípios de cirurgia plástica estética, mas com um intuito reconstrutivo e com considerações particulares, uma vez que a taxa de complicações nestes doentes, é superior ao de pessoas que não sofreram estas alterações. Pelo facto de haver efectivamente uma grande especificidade no tratamento destes doentes, há já uma subespecialidade dentro da Cirurgia Plástica, que se dedica ao desenvolvimento de técnicas progressivamente mais adequadas aos problemas característicos destes doentes, particularmente no que diz respeito ao aproveitamento de tecidos do próprio para tratar zonas onde há excesso de gordura para zonas onde há defeito, sobretudo através de enxertos adiposos ou de retalhos pediculados.

Estes procedimentos, no seu conjunto, são espaçados no tempo, e permitem uma metarmofose espectacular das pessoas que se sujeitam aos mesmos, restituindo uma vida mais saudável.

Veja o que a Dra. Luísa Ramos tem a dizer:

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