5 Problemas que Afetam o Desenvolvimento da Mama

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A mama é um símbolo de plenitude feminina, autoestima e bem-estar. Mas podem surgir problemas no desenvolvimento da mama que causam elevado transtorno psicológico ou mesmo físico.

A boa notícia é que podem ser melhorados.

O primeiro passo do desenvolvimento mamário começa pela formação dos “botões mamários”, e que constitui a primeira manifestação da puberdade.

Conheça as principais alterações no desenvolvimento da mama e o que pode ser feito para melhorar a sua aparência e proporcionar bem-estar físico e emocional à mulher.

problemas desenvolvimento da mama

Como se processa o crescimento da mama?

O crescimento da mama dá-se durante a puberdade e é um dos acontecimentos mais importantes já que é um sinal de se “estar a tornar mulher”.

Porém, este crescimento não é igual em todas as mulheres. Podem ocorrer algumas malformações no desenvolvimento da mama, que podem estar localizadas num só seio ou em ambos.

Para além disso, a mama está em constante mudança ao longo da vida, desde a puberdade, passando pela adolescência e maternidade, até à menopausa.

Estas mudanças são causadas por diversos fatores, entre eles:

  • Os níveis variáveis das hormonas femininas, estrogénio e progesterona;
  • Gravidez e amamentação;
  • Processo natural de envelhecimento.

Problemas comuns no desenvolvimento da mama

1. Crescimento excessivo

Na realidade, não existe um tamanho standard considerado normal. Por isso, o tamanho dos seios, mesmo estando dentro da normalidade, varia muito de mulher para mulher. Cada pessoa tem uma estrutura corporal diferente.

Hipertrofia mamária, macromastia e gigantomastia são designações médicas que indicam existir excesso de volume das mamas.

Este problema no desenvolvimento da mama causa transtornos físicos e emocionais que vão para além da questão estética.

O excesso de peso dos seios pode desenvolver complicações e dores na coluna e condicionar a qualidade de vida da mulher.

Tratamento

A solução consiste numa cirurgia de redução mamária.

Este procedimento está aconselhado a mulheres:

  • Que sofrem com dores de costas ou na região cervical;
  • Apresentam problemas de postura;
  • Têm com frequência feridas na pele na parte inferior da mama, devido à fricção, e expõem marcas profundas nos ombros da alça do soutien.

Todos estes motivos são indícios de que precisa de reduzir o tamanho do peito para um maior conforto.

A juntar a estes aspetos, se a mulher não se sentir bem com o seu peito, se sentir vergonha e tende a esconder o excesso de volume com roupas largas, então, claramente, a sua autoestima está afetada.

2. Hipoplasia da mama

Ao contrário da hipertrofia, as mulheres que sofrem de hipoplasia mamária têm seios pequenos ou pouco desenvolvidos.

Convém esclarecer que nestes casos, apesar de a mama ser pequena, não deixa de desempenhar corretamente o seu papel. Por este motivo, a consequência habitual desta alteração é mais psicológica do que física e consiste no complexo de seio pequeno.

A verdade é que existem muitas mulheres a quem este complexo provoca angústia, e problemas de autoestima.

Tratamento

Nestes casos, a solução encontra-se à distância de uma cirurgia de aumento mamário. É a cirurgia mais realizadas em todo o mundo, e também em Portugal.

O desenvolvimento da cirurgia plástica permite hoje que existam vários tipos de implantes, de diferentes tamanhos, formatos e revestimentos.

Existem também diversos tipos de cicatrizes e diferentes abordagens na colocação do implante mamário.

Apesar de se tratar de uma cirurgia, a recuperação de uma mamoplastia de aumento é geralmente rápida e tranquila.

3. Amastia da mama

A amastia designa-se pela ausência completa e congénita de uma ou ambas as mamas. Pode surgir como uma situação isolada ou com outras alterações.

Dito de outra forma, a amastia caracteriza-se pela presença de aréola e mamilo e ausência do tecido mamário e do músculo peitoral.

Tratamento

O tratamento é realizado com uma mamoplastia de aumento, a cirurgia plástica que modifica o formato do peito e melhora a sua aparência, tendo por objetivo torná-lo mais harmonioso e proporcional em relação ao resto do corpo.

4. Assimetria mamária

É um problema comum no desenvolvimento da mama.

Em teoria, os dois seios deveriam ser simétricos com a mesma forma e igual volume, mas na realidade isso não acontece.

Quase todas as mulheres têm um grau de assimetria mamária, mas quando esta assimetria deixa de ser ligeira e passa a ser percetível pode causar elevado transtorno.

As assimetrias mamárias podem ter origem em questões de desenvolvimento, durante o crescimento dos seios de adolescentes, ou mesmo em questões hormonais com a maternidade ou menopausa.

Tratamento

Seja qual for a causa desta assimetria, é possível a sua correção através de uma cirurgia mamária.

Cada mama pode necessitar de uma cirurgia diferente e em caso de colocação de implantes poderão ser colocados tamanhos diferentes.

Por exemplo, uma mulher pode apresentar um seio muito pequeno e o outro seio grande e descaído. Esta situação pode implicar a colocação de um implante num seio e uma redução e remoção no outro seio.

Cada caso de assimetria mamária é um caso e não há soluções standard.

Seja qual for a técnica utilizada, o objetivo será sempre o de encontrar a melhor simetria tanto em tamanho como em formato e posição.

5. Mama tuberosa

A mama tuberosa é uma malformação congénita no peito que atinge um grande número de mulheres um pouco por todo o mundo.

Caracteriza-se por um aumento do diâmetro da aréola e, muitas vezes, o seu posicionamento abaixo do sulco infra mamário.

A mama adquire um formato tubular e com frequência o sulco é inexistente. O tecido que cobre a glândula mamária apresenta uma rigidez excessiva e não se expande com o crescimento progressivo do conjunto. Assim, tem tendência a projetar-se por uma via menos resistente, que é a pele fina dos mamilos.

O principal fator de risco é a existência na família de mulheres com a mesma patologia e esta alteração ocorre durante o período de desenvolvimento da mama.

Embora não muito frequente, esta deformidade é altamente devastadora a nível psicológico pois provoca alterações graves na forma e volume mamários.

Tratamento

O tratamento da mama tuberosa inclui a remodelação da glândula existente, eliminando o tecido aureolar excedente e a colocação de implantes mamários, através de uma única incisão (corte) ao redor das aréolas.

Se a aréola tiver um tamanho excessivo, também poderá ser diminuída. Os implantes mamários vão alterar o formato tubular para um formato mais arredondado e preencher o polo inferior da mama.

O problema no desenvolvimento das mamas tem solução, mas escolha um especialista

Independentemente do problema que a aflige, é muito importante que a intervenção seja realizada por um cirurgião plástico qualificado e com experiência neste tipo de deformidades.

O tratamento destas alterações, requer a aplicação de técnicas variadas e muito diferentes das habitualmente utilizadas para uma mamoplastia de aumento comum.

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